JÁ AMANHÃ, dia 19/11, será exibido Corre Lola Corre (Lola Rennt, no original alemão), do realizador Tom Tykwer. O filme - a fita alemã de maior sucesso nesse ano - trouxe o realizador para a ribalta, dando-lhe fama internacional. O filme narra a mesma história de vinte minutos três vezes. Porém, entre as três versões há ligeiras diferenças, a nível dos pormenores, que acabam por conduzir a desfechos totalmente opostos. Sendo um filme curto (oito minutos, meramente), converteu-se numa verdadeira obra de culto. O tema do efeito de borboleta, sobre o qual a narrativa se constrói, também ajudou a isso, pelo natural fascínio que provoca. O filme encontra-se na lista dos 250 melhores da IMDB (#203, actualmente). Foi o candidato alemão aos Óscares, nomeado para o BAFTA de Melhor Filme Estrangeiro, venceu o Prémio do Público em Sundance e ganhou todas as principais categorias dos Lolas (os prémios do cinema alemão, equivalentes nacionais aos Óscares ou aos Césares, em França) - não deixa de ser curioso o título do galardão. Sendo o filme mais antigo exibido neste ciclo, não tem ainda uma década e marca o início da ressureição do cinema alemão, que, desde então, como em post anterior já comentámos, tem estado de vento em popa. Em suma, corram para ver Corre Lola Corre. (Em baixo, o trailer).
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