sexta-feira, 14 de dezembro de 2007

17/12: "Amor ou Consequência", de Yann Samuell (2003) - Apresentação

UMA SEMANA antes do Natal, o Grupo de Cinema do CADC Jovem despede-se de 2007 e do ciclo de cinema francês com a exibição de Amor ou Consequência (2003), de Yann Samuell, no original Jeux d'Enfants - Jogo de Crianças. É-me complicado falar deste filme. Tenho com ele uma ligação emocional muito profunda (a timidez que me é própria perdoa-me que eu não entre em detalhes), ligação essa que me inibe todo o tipo de objectividade. Cap ou pas cap? - a questão que, como uma ladainha ou um refrão, percorre todo o filme, interpelando-nos também a nós, espectadores, a sermos capazes de entrar no jogo. Cheguei ao filme graças a um amigo meu, o Henrique, amigo sábio das coisas da música e do cinema, que me conduziu a filmes como O Padrinho (1972), de Coppola, Fight Club (1999), de Fincher ou Scarface (1983), de De Palma. Jeux d'Enfants - como prefiro chamar-lhe - não tem nada a ver com estes. As produtoras e críticos tenderiam a rotular, com relativa facilidade, o filme de comédia amorosa, mas isso seria degradar o seu estatuto, ao incluí-lo nesse campo estéril que é a nu-rom com. Jeux d'Enfants, não é, portanto, isso. O filme ascende àquele panteão dos filmes que se arrebatam de qualquer órbita possível de géneros. Comédia? Mais acertadamente falaria num drama. Drama? Mais correcto chamarmos-lhe vida. Vida? Falemos antes de fantasia. A imaginação e a criatividade entornam-se sobre o filme, conferindo às vidas dos seus protagonistas a cor que rouba a monotonia das nossas existências entediantes (tão bem descritas numa cena do filme). Acima de tudo, Jeux d'Enfants é uma invulgaríssima e perigosa estória de amor, onde o riso convive com a lágrima - como na vida. Alguns comparam-no a Amélie (2001), de Jeunet - comparação em que, volta e meia, tropeço. Erro de meia-noite. São dois filmes muito diferentes, que apenas uma certa paleta visual aproxima. De resto, na minha opinião a chef-d'oeuvre de Yann Samuell supera a de Jeunet. Mas, como comecei por dizer, eu sou abertamente parcial neste julgamento. Se querem uma avaliação justa, não vos resta outra opção se não ir próxima segunda, dia 17/12, ao sítio do costume. Aqui fica o trailer, para contar da história o que eu não contei, embrulhado na minha admiração sentimental pela fita. Notar Bem: o trailer, a meu ver, acaba por falar demasiado do filme. Se o meu conselho vos basta, não o vejam - se ainda precisam de ser convencidos, dêem-lhe uma vista de olhos. De uma maneira ou de outra, estou certo que nos encontraremos próxima segunda.

sábado, 8 de dezembro de 2007

10/12: "O Pacto dos Lobos", de Christophe Gans (2001) - Apresentação e Trailer

Não tendo ainda visto O Pacto dos Lobos (2001), de Christophe Gans, pedimos ao César, colaborador do blogue, que escrevesse uma pequena review, que aqui deixamos.

PASSADO EM pleno século XVIII, durante a Revolução Francesa, a história do filme apresenta-nos uma busca incessante por um monstro ("besta" na sua tradução mais literal) que espalha o terror numa vila, Gévaudan, no sul de França. Apesar de a história parecer igual a tantos outros filmes (Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça, entre outros) do género, o filme Pacto dos Lobos torna este tipo de trama muito mais interessante e bem contextualizado na época. Com um elenco francês interessante (Monica Bellucci, Vincent Cassel, etc.) o filme baseia-se, em parte, em factos reais, contando com uma boa história recorrendo a acção q.b., reviravoltas inesperadas e um conjunto de personagens com muito contéudo.
Tendo sido uma boa surpresa do cinema francês especialmente devido, não só à forma da temática abordada, mas também na forma como foi realizado, proporcionando boas cenas de acção e uma fotografia muito sombria, que capta bem a nossa atenção nas suas, ainda assim longas, 2 horas de filme (nem tudo pode ser perfeito...)
Para mim foi um filme que me marcou não só pela boa história apresentada, como também me ajudou a despir alguns preconceitos em relação ao cinema francês.

Ainda Sob o Signo de Amélie: "Foutaises", de Jean-Pierre Jeunet (1989)

AO PESQUISAR sobre Amélie, para o post anterior, deparei-me com esta curta de Jean-Pierre Jeunet, o realizador. Na impossibilidade, pela tirania do tempo, de fazer aqui uma apresentação para Jeunet como aquela que foi feita para Tykwer, relembro apenas, sucintamente, que ele é o homem por detrás de filmes como Alien - Ressurection (1997), o quarto e último da série, Delicatessen (1991) ou Um Longo Domingo de Noivado (2004), também com Tautou. O seu próximo projecto será a adaptação de A Vida de Pi, livro muito cobiçado, em tempos, por Shyamalan. A curta em baixo, de nome Foutaises (1989), com o seu actor fetiche, Dominique Pinon, prenuncia descaradamente Amélie: mais de uma década antes, já o realizador se avisava. Verdadeiramente uma delícia, este The Things I Like (título inglês): e esta é, definitivamente, uma coisa que eu gosto - e muito.

domingo, 2 de dezembro de 2007

3/12: "O Fabuloso Destino de Amélie", de Jean-Pierre Jeunet (2001) - Trailer

TODOS CONHECEM, pelo menos de nome, o badalado Amélie, como é vulgarmente conhecido. O filme de Jean-Pierre Jeunet tornou-se num verdadeiro fenómeno global, conquistando quer a crítica quer o público, e arrebatando os mais diversos prémios, mesmo se lhe escapou o Óscar de Melhor Filme Estrangeiro (para não falar no facto de lhe ter sido negado a entrada na competição em Cannes). A acção centra-se numa empregada de café em Montmatre (estive este Verão no café das filmagens - invejem-me) cuja vida vai sofrer uma furiosa inversão de curso com a morte da Princesa Diana. A partir daí, Amélie vai-se ocupar da felicidade dos outros, procurando invisivelmente (e de forma assaz cómica) melhorar a vida daqueles que a rodeiam. Num estilo que raia tantas vezes o absurdo, Jeunet compõe uma obra-prima, de um grande colorido visual que permanece na retina (a fotografia é determinante para o sucesso da fita) e uma interpretação admirável de Audrey Tautou, que se lançou com este filme. Uma obra enternecedora e divertida, acompanhada da brilhantíssima banda-sonora de Yann Tiersen, que ajudou a tornar conhecido o artista, valendo-lhe o posterior convite para compor a banda-sonora de Good Bye, Lenin!, de Wolfgang Becker (2003), já exibido no mês passado. O tema principal, de facto, ouve-se hoje nos sítios mais inesperados: ainda no Verão do ano passado o encontrei tocado por um par, armado de de um acordeão e um serrote, num canto de Santiago de Compostela, junto à catedral. Um filme icónico, com lugar bem assegurado no panteão cinéfilo. Segue-se o trailer (em francês, sem legendas - desculpem).

quinta-feira, 29 de novembro de 2007

Sobre o Ciclo Alemão: Sugestões de Filmes Para Curiosos

ACABOU, ENFIM, o ciclo de cinema alemão. Ao longo do mês de Novembro desfilaram pelo CADC alguns dos títulos que mais justificam o entusiasmo actual pelo cinema alemão e que demonstram a sua vitalidade. Não se negue que o público foi pouco, mas cremos que isso é uma situação que poderá ser invertida. De resto, desde já um sincero agradecimento a todos os que vieram em qualquer uma das quatro sessões. A esses pedíamos que colaborassem na pequena sondagem que abrimos na barra lateral do blogue, procurando saber qual foi o filme mais amado.
Este post serve essencialmente para deixar algumas pistas para aqueles que estejam interessados em explorar mais o cinema alemão. Muitos foram os filmes que não couberam neste ciclo, que procurou, de resto, centrar-se na produção mais recente da Alemanha. Na realidade, com a vitalidade do cinema alemão, muitos ciclos podiam ter sido organizados. O nosso conhecimento da produção cinematográfica germânica não é também ele muito extenso, mas não podemos deixar de referir aqui obras essenciais como Nosferatu (1922) ou Fausto (1926), dois filmes da época do cinema mudo pelo seu mestre incontestável, esse monstro de génio que era F. W. Murnau (não referimos aqui o belíssimo Sunrise (1927) por pertencer já à fase americana do realizador). Não nos esqueçamos que, nestas primeiras décadas do cinema, as vanguardas encontravam-se na URSS e na Alemanha de Weimar. Não se deixe de ver também o seminal O Gabinete do Doutor Caligari (1920), de Robert Wiene, autor dessa obra máxima do expressionismo. Não se pode também passar ao lado de Fritz Lang (que o próprio Jorge Palma cita numa das suas canções) e dos seus Metropolis e M (ambos os filmes se encontram no Top 250 do IMDB). Por fim, deste período ainda, não se esqueça o enternecedor Der Blaue Engel, de Josef von Sternberg, no filme que revelou a diva Marlene Dietrich. Do período do III Reich, destaque para a pioneira Leni Riefenstahl, a bela que serviu o monstro, em obras monumentais como O Triunfo da Vontade (1935) e Olympia (1938). Na segunda parte do século XX, o nome que se impõe é o de Rainer Fassbinder (ao cimo, na fotografia), um dos maiores realizadores do século. Qualquer filme dele seria recomendável: actualmente, a minha atenção vai para a colossal série Berlin Alexanderplazt (1980), que saiu recentemente em DVD e que ando a namorar. Por fim, já em tempos nossos contemporâneos, volto a relembrar Corre Lola Corre, de Tom Tykwer, o filme que não conseguimos, apesar do nosso desejo, exibir neste ciclo, e A Queda - Hitler e o Fim do III Reich, de Oliver Hirschbiegel (2004), bem como Sophie School (2005), de Marc Rothemund. Não vos saturamos ainda com os filmes alemães que deverão estrear para o ano e que suscitam o nosso interesse. Por ora, espero que estas sugestões de visionamento sejam suficientes e frutíferas.

GALERIA EM 3 AUTORES:
F. W. Murnau (1888-1931)

Leni Riefenstahl (1902-2003)

Rainer Werner Fassbinder (1945-1982)

domingo, 25 de novembro de 2007

26/11: "Os Edukadores", de Hans Weingartner (2004) - Trailer

ÚLTIMO FILME do ciclo de cinema alemão (mesmo se é uma co-produção com a Áustria, país do realizador), Os Edukadores/Die Fetten Jahre Sind Vorbei, de Hans Weingartner (2004) será exibido amanhã, dia 26 de Novembro, no local do costume. Curiosamente, passam hoje três anos sobre a sua estreia na Alemanha. O filme, candidato à Palma de Ouro do seu ano, revolve em torno de três jovens - dois amigos e a namora de um deles - que, em atitude de protesto contra o sistema capitalista e as desigualdades económicas que ele proporciona, invadem casas de ricos empresários sem, contudo, destruírem nada ou roubarem alguma coisa: limitam-se meramente a, na ausência dos donos, desarrumar toda a vivenda das maneiras mais extravagantes possíveis. No fim, largam apenas uma nota, que dá o título ao filme em alemão: Die fetten Jahre sind vorbei - Os anos de abundância já lá vão (não garanto que seja esta a tradução exacta que aparece nas legendas - faço-a de cabeça). Uma destas incursões em território alheio, vai, contudo - como de resto era expectável - acabar mal: a partir deste ponto, mais não revelo (o trailer avança um pouco mais na acção, fica o aviso). Manifesto abertamente anticapitalista, o filme foi bastante bem recebido, contando com alguns dos mais interessantes actores da nova geração alemã, como Daniel Brühl, que participou também em Good Bye, Lenin!, de Becker (2003). Aqui fica pois o trailer, para aguçar o apetite.

terça-feira, 20 de novembro de 2007

Alteração: "As Vidas dos Outros", de Florian H. von Donnersmarck (2006)

AQUELES QUE ontem se dirigiram ao CADC foram certamente surpreendidos pela abrupta mudança de programa. Em vez do esperado Corre Lola Corre, de Tom Tykwer (1998), foi exibido o recentíssimo As Vidas dos Outros, de Florian Henckel von Donnersmarck (2006), vencedor do Óscar de Melhor Filme Estrangeiro deste ano. A mudança ficou a dever-se ao facto de o filme de Tykwer não se encontrar disponível em nenhum vídeoclube, visto (algo que ficámos a saber no próprio dia) ele jamais ter sido lançado no circuito de aluguer. Por sua vez o DVD, esse, encontrava-se esgotado. Foi, portanto, necessário proceder a uma alteração ao programa. Pelas reacções dos presentes verificou-se que daí não adveio grande mal: pelo contrário, ao que parece, o público gostou sinceramente do filme de estreia de Donnersmarck, vencedor de muitíssimos e justos prémios, estando já na calha uma possível adaptação pela parasítica Hollywood. Como já vem sendo nosso hábito, prometemos para um tempo futuro uma crítica mais alongada do filme: deixai vir as férias - aí, tudo retomará o seu curso normal e o que está em falta será corrigido.
Imagem: fotograma de Das Leben der Anderen/
As Vidas dos Outros
, de Florian H. von Donnersmarck (2006)

domingo, 18 de novembro de 2007

Tom Tykwer: Filmografia e Uma Curta

SERVE ESTE post para apresentar brevemente Tom Tykwer, o realizador de Corre Lola Corre (1998), o próximo filme a ser exibido no ciclo de cinema alemão que estamos presentemente a organizar. O realizador será conhecido por alguns devido ao seu trabalho mais recente: O Perfume/Das Parfüm (2006), a meu ver um dos mais bem-conseguidos filmes do ano passado. Tykwer começou a sua carreira com duas curtas nos princípios da década passada: Because (1990) e Epilog (1991). O seu primeiro filme foi uma produção para a televisão, distribuído depois em salas escolhidas na Alemanha: Die Tödliche Maria, de 1993. Cinco anos depois, o realizador sai-se com Winterschläfer/Inverno Quente. Porém, apertado a nível financeiro, percebe que tem de fazer um novo filme de baixo orçamento: e assim cria Corre Lola Corre (1998). Apaixona-se pela actriz principal, Franka Potente, que protagoniza também o seu filme seguinte (entretanto, actualmente, a relação já não continua). Em 2000 lança Der Krieger und Die Kaiserin e em 2002, Heaven, com Cate Blanchett. No ano passado voltou a receber boas críticas no geral pela magnífica adaptação do romance de Patrick Süskind, que o grande Kubrick chegara a considerar intransponível para o grande ecrã. Actualmente, trabalha no seu próximo projecto, The Internacional, com Clive Owen e Naomi Watts. Curiosidade: o realizador é também o compositor da banda sonora de vários dos seus filmes, incluindo Corre Lola Corre e O Perfume.
Em 2004, entre Heaven e Das Parfüm, gravou apressadamente - mas sem que a rapidez tenha aqui significado desleixo - uma curta de menos de dez minutos, para o projecto de Cannes Paris, Je T'Aime!. Tykwer diria mais tarde sobre ela que "simboliza uma vida inteira". A curta chama-se True e conta com as participações de Natalie Portman e Melchior Beslon. Encontrei-a no Youtube, com legendas numa qualquer língua asiática. Não se preocupem, porém: a curta é falada em inglês e francês e, nas cenas em francês, aparecem legendas em inglês também. Não deixem de ver: uma pequena pérola, que, como disse o realizador, é, de facto, o resumo de uma vida.

19/11: "Corre Lola Corre", de Tom Tykwer (1998) - Apresentação

JÁ AMANHÃ, dia 19/11, será exibido Corre Lola Corre (Lola Rennt, no original alemão), do realizador Tom Tykwer. O filme - a fita alemã de maior sucesso nesse ano - trouxe o realizador para a ribalta, dando-lhe fama internacional. O filme narra a mesma história de vinte minutos três vezes. Porém, entre as três versões há ligeiras diferenças, a nível dos pormenores, que acabam por conduzir a desfechos totalmente opostos. Sendo um filme curto (oito minutos, meramente), converteu-se numa verdadeira obra de culto. O tema do efeito de borboleta, sobre o qual a narrativa se constrói, também ajudou a isso, pelo natural fascínio que provoca. O filme encontra-se na lista dos 250 melhores da IMDB (#203, actualmente). Foi o candidato alemão aos Óscares, nomeado para o BAFTA de Melhor Filme Estrangeiro, venceu o Prémio do Público em Sundance e ganhou todas as principais categorias dos Lolas (os prémios do cinema alemão, equivalentes nacionais aos Óscares ou aos Césares, em França) - não deixa de ser curioso o título do galardão. Sendo o filme mais antigo exibido neste ciclo, não tem ainda uma década e marca o início da ressureição do cinema alemão, que, desde então, como em post anterior já comentámos, tem estado de vento em popa. Em suma, corram para ver Corre Lola Corre. (Em baixo, o trailer).

quinta-feira, 1 de novembro de 2007

5/11: "Good Bye, Lenin!", de Wolfgang Becker (2003) - Trailer

PRÓXIMA SEGUNDA, dia 5 de Novembro, inicia-se o primeiro ciclo de cinema no CADC, da temporada 2007/2008. O ciclo de quatro filmes é dedicado ao cinema alemão. O primeiro é o celebrado Good Bye, Lenin!, de Wolfgang Becker (2003). A fita gerou um grande interesse pelo novo cinema alemão, interesse esse que se revelou justificado, com a Alemanha a lançar nos anos seguintes vários filmes importantes: Der Untergang/A Queda, de Oliver Hirschbiegel (2004), Die Fetten Jahren Sind Forbei/Os Edukadores, de Hans Weingartner (2004) (a exibir neste ciclo), Sophie School - Die Letzen Tage, de Marc Rothemund (2005) e, mais recentemente, joía da coroa, Das Leben der Anderen/As Vidas dos Outros, de Florian H. von Donnersmarck (2006), que arrebatou o Óscar de Melhor Filme Estrangeiro.
Em tempo mais oportuno, exploraremos aqui mais de Good Bye, Lenin!, magnífica tragicomédia sobre o doloroso processo de reunificação das duas Alemanhas, depois da queda do Muro. Haveria muito que falar, desde a ostalgie latente (carinhosa palavra com que os alemães designam a nostalgia pela Alemanha de Leste), até à formidável banda-sonora do sempre apaixonante Yann Tiersen. Nada disso, contudo, é assunto deste post. Limitamo-nos a deixar-vos aqui o trailer (com legendas em inglês) do filme de próxima segunda, dia 5/11. Contamos com a vossa presença!

quarta-feira, 31 de outubro de 2007

Primeira Apresentação

BEM-VINDOS ao blogue do Grupo de Cinema do CADC - Centro Académico de Democracia Cristã*. Pretendemos promover ao longo deste ano lectivo 2007/08 uma série de ciclos de cinema temáticos, a iniciar já em Novembro. Os filmes serão sempre exibidos às segundas-feiras, às 21:00, no CADC. Querendo alargar o nosso campo de acção, inauguramos este ano o Cinema CADC, o blogue, com o qual passamos a dispor de um espaço de discussão cinematográfica aberto a todos os que nele queiram participar e/ou frequentam os nossos ciclos. Contamos com a vossa presença e colaboração.

*O Centro localiza-se em Coimbra, no princípio da Couraça de Lisboa, no coração da cidade universitária.